jornalista e escritora
MARCIA CARMO
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Mirada Brasilera

16/4/2018
Com faculdades públicas e sem vestibular, Argentina atrai cada vez mais universitários brasileiros (BBCBrasil, 16/4/2018)
13/9/2017
Uma ópera brasileira no Teatro Colón, em Buenos Aires (setembro 2017, Clarín em Português)
17/7/2017
Entrevista na TV TN, de Buenos Aires sobre o Brasil (video no youtube, julho 2017)
Entrevista sobre a crise brasileira no programa TN Internacionacional, do jornalista Pepe Gil Vidal.
26/4/2017
O ilustre churrasco argentino (Clarin em Português, crônica, abril de 2017)
9/1/2017
Aquarius, com Sonia Braga, provoca mistura de sentimentos nos argentinos (Clarín em Português, janeiro 2017)
21/6/2016
Sofisticada marca brasileira inaugura feijoada em Buenos Aires (Clarín em Português, 21/06/2016)
13/11/2015
Comer e beber bem nos 'bodegones' de Buenos Aires (Clarín em Português, 13/11/2015)
Marcia Carmo Especialista em gastronomia, o italiano Pietro Sorba desvendou os segredos da culinária argentina servida nos chamados ‘bodegones’ – mescla de bar e restaurante.
1/6/2015
Os pratos mais exóticos da gastronomia da América Latina (BBCBrasil, 01/06/2015)
10/7/2014
Afinal, o que os argentinos acham da gente? (BBCBrasil, 10-07-2014)
Marcia Carmo De Buenos Aires para a BBC Brasil Atualizado em 10 de julho, 2014 - 18:05 (Brasília) 21:05 GMT Aqui em Buenos Aires, antes da Copa do Mundo começar, cada vez que os argentinos percebiam que estavam conversando com uma brasileira, diziam: "Como você conseguiu deixar aquele país? Amo o Brasil". Para muitos deles, agora está sendo uma surpresa saber que a rivalidade dos torcedores brasileiros com os argentinos parece extrapolar os estádios. "Acho que vocês não gostam da gente", disse um bancário e jogador de rúgbi, de 35 anos, que trabalha no bairro de Palermo. Uma comerciante, de 30 anos, dona de uma lan house, aqui ao lado de casa, no mesmo bairro, disse frase parecida no dia seguinte à vitória da Argentina sobre a Bélgica, no estádio Mané Garrincha, em Brasília: "Foi uma surpresa ver os brasileiros com camiseta da Suíça em São Paulo e de novo torcendo contra a gente em Brasília. Não sabia que os brasileiros não gostavam da gente". O sorriso que surgia só por estar diante de um brasileiro agora parece ter sido substituído por um certo incômodo, com as histórias de brasileiros torcendo contra a Argentina, ainda mais agora depois de o Brasil ter sido eliminado da Copa. Na realidade, a rivalidade não parece ser mútua – além dos estádios. Sim, é verdade que especialmente após a vitória sobre a Holanda eles recordam o 7 a 1 sofrido pelo Brasil contra a Alemanha. Foi assim na festa que realizaram na concentração no Obelisco, no centro da cidade, até a madrugada desta quinta-feira, depois da vitória na Arena Corinthians. Um dos torcedores argentinos de batina, como a do Papa Francisco, tinha escreveu nas costas da roupa bege: 7 x 1. E mostrou, rindo, sete dedos quando percebeu que falava com uma brasileira. A gozação aumentou nas últimas horas. Mas pelo mesmo aqui sempre dentro do espírito do futebol. Há muitos mal entendidos entre um e outro, brasileiros e argentinos, decorrente, talvez, da barreira dos idiomas, que acaba passando uma impressão falsa de provocação. Professores de português e de espanhol costumam dizer que o português tem mais fonemas que o espanhol, e que, por isso, não é fácil de ser compreendido pelos argentinos. Ou seja, é mais fácil um brasileiro entender o que eles falam do que o contrário. De certa forma, eles mal ficam a par de nossas piadas. Ao mesmo tempo, historiadores afirmam que, para os argentinos, o rival – em qualquer âmbito - é a Inglaterra. Não o Brasil. O motivo? A guerra em 1982 pelas Ilhas Malvinas, Falklands para os ingleses. Já sobre o nosso país, no imaginário coletivo argentino, o Brasil é sinônimo de paraíso. O lugar dominado não só pelas belezas naturais, mas por pessoas de bem com a vida. Tudo o que muitos confessam desejar na vida. E que não têm como ter aqui. Seja pelo frio, pela maior dramaticidade com que encaram o cotidiano ou pela história de sobe e desce na política e na economia da Argentina. 'Quero nascer pernambucana' "Na minha próxima vida quero nascer pernambucana", disse uma médica da clínica Swiss Medical, no bairro nobre de Palermo Chico. Por quê? "Quero ser como vocês. Não ter vergonha de usar biquíni mesmo quando estiver com barriguinha. Quero que meu marido e meus filhos não se sintam mal usando sunga". Para eles, a sunga é sinônimo da "liberdade" do homem brasileiro. Mas por que pernambucana? "Para ter verão o ano todo e para sorrir tanto quanto os pernambucanos". O meu professor de ioga não viajou para a Copa. Achou muito caro para o bolso dele. Mas antes e depois de o Mundial começar, disse e continua dizendo. "Eu acho que não sou daqui de Buenos Aires. É no Rio que me sinto em casa. Sou contagiado por aquele astral". É fato que turistas brasileiros chegam aqui e parecem encantados. "Eles nos tratam muito bem", costumam dizer. Mas também já vi aqui alguns brasileiros dizendo "grosso" após serem atendidos por algum comerciante local. Para os argentinos, "groso" é, porém, sinônimo de poderoso. Por questões culturais, os argentinos – especialmente os que têm mais de 60 anos - parecem mesmo ter alma de tango. Poucos sorrisos, poucas palavras e certo tom dramático ou seco – demais, para nós brasileiros. Tal atitude, somada de fato a um certo ar de superioridade – quando a Argentina estava entre os mais ricos do mundo – os fez atuar como se estivessem no lugar errado e não sendo parte da América Latina. Mas esse comportamento "arrogante" mudou depois da crise de 2001. E os que têm hoje em torno dos 30 anos, como o bancário, a comerciante e o professor de ioga, não entendem por que os chamam de arrogantes. "Sério? Arrogantes? Como assim?", perguntou a arquiteta Maria Eugenia, de 37 anos, que costuma viajar nas férias para o sul do Brasil. 'Somos bonitos e importantes' Com o típico humor portenho, o ator Ricardo Darín, 57 anos, astro do cinema argentino, respondeu quando lhe perguntei sobre essa arrogância: "É que somos muito importantes". Pensei, hum, arrogante mesmo. Metido. Mas aí ele completou: "Import
13/5/2014
Cursos de português preparam turistas para 'armadilhas' da língua na Copa (BBCBrasil, 2014)
Marcia Carmo Para a BBC Brasil, em Buenos Aires Atualizado em 13 de maio, 2014 - 15:20 (Brasília) 18:20 GMT A chegada da Copa do Mundo tem estimulado muitos latino-americanos a aprenderem o português para visitar o Brasil, segundo professores de países vizinhos consultados pela BBC Brasil. Em países como Colômbia, Argentina, Chile e Uruguai, crescem os cursos online ou intensivos com frases e palavras específicas que envolvem as partidas e o Mundial.
22/4/2013
Dicas de restaurantes em Assunção, no Paraguai (abril, 2013)
Em Assunção, Paraguai, três bons restaurantes: Tierra Colorada e Mburicao (sofisticados) e o tradicional San Roque. No Mburicao, prove ravióli de surubi, a carta de vinhos e as caipirinhas. No Tierra Colorada, aceite as sugestões do chef Rodolfo Angenscheidt, criador do Mburicao e com diplomas em Paris. No San Roque, peixes e massas valem a pena. Restaurante data de 1905. Na hora de agradecer, siga a cultura local, diga 'aguije' ('obrigada' em guarani). No Paraguai, mais de 80% falam guarani, segundo dados oficiais - o que é notório, como você vai ver, já no aeroporto da capital do país.
4/2/2013

Sobre portunhol, cafés e lágrimas (fevereiro 2013)
No café Modena, aqui em Buenos Aires, um casal pede um 'cortado' (café com pouco leite) e uma 'lágrima' (leite com pouco café) e não para de falar de uma mulher 'mala leche' (ao pé da letra, leite estragado, ou gente ruim). Aqui a vista do café, na Recoleta, que só peca pela lenta atenção. Mas que é parada ideal para ver a vida portenha passar.
31/1/2013
Impressões sobre o Rio de Janeiro (dezembro de 2012)
Ser carioca e morar longe aumenta a curiosidade pelas novidades no Rio. Significa estar em casa, mas com olhar de turista. Nos últimos três verões, o roteiro incluiu, além dos sagrados botequins, um espetáculo no Theatro Municipal, uma visita ao Real Gabinete Português de Leitura, uma volta no Complexo do Alemão e uma viagem no expresso BRT, entre a Barra da Tijuca e Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. O espetáculo no Municipal foi num domingo de manhã. No intervalo da apresentação da Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, conversamos rapidamente com Maria, de 46 anos, e a filha Angélica, de 12 anos. “Sou diarista, moro em Nova Iguaçu, tenho seis filhos e é a sexta vez que venho ao teatro. A cada viagem trouxe um filho. Desta vez, foi Angélica”. Ela disse que podia dar aos filhos a “oportunidade” que não teve quando criança, a de estar no teatro inspirado na Ópera de Paris. A entrada custou R$ 1,00. Esse passeio foi no dia 21 de novembro de 2010, seis meses após a reinauguração do centenário teatro. Uma manhã de praia e teatro lotado. ‘Salve Jorge’ Dias mais tarde, foi a vez de vermos de perto o que significava a “pacificação” das áreas carentes e delicadas da cidade. Estávamos hospedados no Leblon, na Zona Sul, e fomos de ônibus até Bonsucesso, na Zona Norte, e dali de táxi por dentro do Alemão. Um comerciante disse, então: “as autoridades lembraram da gente”. A incursão pela comunidade foi antes do teleférico (inspirado naquele de Medellín, na Colômbia) e da novela da TV Globo, ‘Salve Jorge’, de Glória Perez. Em setembro do ano passado, embarque em outra novidade carioca, o BRT, na rodoviária Alvorada, na Barra. Queria experimentar o expresso que a família em Sepetiba, na mesma Zona Oeste, tanto comentara. “A viagem para a Barra ficou rapidinha e bonita”, disseram. Na rodoviária, fila para quem queria ir sentado e fila para quem queria ir em pé. Viajei sentada, mas o ônibus estava cheio e o ar condicionado era insuficiente para a demanda, como atestaram os passageiros. Hotéis Em dezembro de 2012, decidimos não ficar no mesmo hotel que em outros verões. A notícia de um estupro no local, na Avenida Visconde de Pirajá, nos levou a riscá-lo do roteiro. Como os hostels estão na moda na cidade optamos por um no mesmo bairro de Ipanema. Diária de 200 reais, um pouco menos que os 265 reais do hotel. Localização ótima, pessoal atencioso, mas as instalações decepcionaram. O ventilador de teto funcionava bem, mas o outro era equilibrado entre dois bancos de plástico. Caia, interrompendo o sono dos hóspedes. Nos mudamos para o Arpoador Inn. Já tínhamos ficado lá tempos atrás. O hotel cheirava a mofo. O pessoal continua o mesmo, mas os quartos, os corredores e os elevadores mudaram – para melhor. Diária, R$ 346, 50 (com impostos). “Meu amor” Nesta volta, no mês passado, à cidade, fomos ao Real Gabinete Português de Leitura. Turistas com diferentes sotaques do Brasil, portugueses, espanhóis e americanos. Dali, percorremos os sebos, os cafés, a feira de livros no Largo de São Francisco. Para quem assisti a novela ‘Lado Lado’, na Globo internacional, foi bonito matar saudades do Rio antigo. Como em outras viagens à cidade, batemos o ponto nos bares Bracarense e Jobi, no Leblon. Sempre cheios. O Rio é mesmo uma festa. “Meu amor, você quer o peixe cozido ou frito?”, ouvimos a garçonete num boteco em Copacabana perto do hotel. Ela deve morar longe, mas jamais perde o humor, comentou nosso vizinho de mesa. Humor perdeu outra moça em outra mesa, falando ao celular. “E se você não me comeu gorda, magra é que não vai comer”, disse, irritada. A viagem terminou com um banho de mar de noite e uma caipirinha no bar Azul Marinho, na calçada do hotel. Na hora de voltar pro aeroporto, o taxista citou, à sua maneira, outro rosto da cidade – a forte presença evangélica. Ele disse: “Não sou evangélico, mas no ano que vem, se Deus quiser, troco de carro”. A surpresa da despedida foi o calorão no aeroporto Antonio Carlos Jobim, com problemas no ar condicionado. “Imagina na Copa”, disse a atendente da companhia aérea. Pena que nossa primeira imagem na chegada ao Rio tem solução muito mais difícil – adultos e crianças dependentes de crack em uma rua próxima a Avenida Brasil, na Zona Norte, no caminho entre o aeroporto e a Zona Oeste da cidade. Eles não parecem ver os carros que passam – e neste drama estão marginalizados das mudanças que a seu ritmo vão ocorrendo no Rio.
15/1/2013

A 'praia' de Buenos Aires (2013)
Aqueles que não viajaram neste verão de 2013, aproveitam os dias de calor nas 'praias' de Buenos Aires. Aqui uma foto da 'praia' na 'Plaza de las Naciones Unidas', junto a escultura 'Floralis Generica', do arquiteto argentino Eduardo Catalano. Na praça, na Avenida Figueroa Alcorta, cadeirinhas e sombrinhas.......
6/12/2012
Sul-americanos se queixam de estilo 'distante' de Dilma (06-12-2012)
Marcia Carmo De Buenos Aires para a BBC Brasil Atualizado em 6 de dezembro, 2012 - 16:18 (Brasília) 18:18 GMT Os países vizinhos têm reclamado do distanciamento da presidente Dilma Rousseff e entendem que seu estilo é ''mais voltado para questões domésticas'' e com ''pouco interesse pela América do Sul'', segundo afirmou à BBC Brasil um ministro do governo do Chile. Dilma teria sido convidada para uma visita bilateral, mas não atendeu ao convite neste ano, de acordo com um diplomata chileno - informação confirmada por um assessor do governo brasileiro em Brasília. ''Ela não nos dá muita importância, apesar do nosso imenso interesse pelo Brasil e para onde estão indo cada vez mais investimentos privados do nosso país'', disse o representante chileno. Na semana passada, a ausência da presidente na reunião da Unasul (União Sul- Americana de Nações), em Lima, foi criticada por setores da imprensa peruana. Em um artigo, o diretor do jornal Correo, Aldo Mariátegui, que costuma ter ressalvas ao Brasil, disse que a ausência da presidente Dilma era ''mais forte'' do que as faltas dos presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e da Venezuela, Hugo Chávez, ao encontro. ''Que o Brasil não tenha comparecido a uma reunião do seu bebê Unasul é muito mais forte'', escreveu. A ausência de Dilma na reunião da Unasul, em Lima, foi interpretada por alguns setores políticos como possível "afastamento" devido a questões de interesse do Brasil, como a decisão do Peru de comprar aeronaves militares coreanas e não os aviões da Embraer. Além disso, especula-se em Lima que o projeto do Gasoduto do Sul, defendido pelo ex-presidente Lula, e sob responsabilidade de empreiteras brasileiras, seja substituído por outro, que poderia não garantir a presença brasileira. Visita relâmpago Na semana passada, a presidente Dilma esteve em Buenos Aires, onde participou do encontro empresarial da União Industrial Argentina (UIA). Foi a quarta visita da presidente à Argentina desde que chegou ao Palácio do Planalto. No entanto, entre alguns empresários, temia-se por sua ausência. "Vai ser a presença dela que dará peso ao nosso encontro. Por isso, nossa expectativa é imensa, e esperamos que ela não tenha nenhum imprevisto", disse um empresário argentino, horas antes do evento. Dilma realizou uma visita relâmpago, que durou cerca de quatro horas, mas durante as quais fez um discurso que teve ampla repercussão na imprensa do país. Na ocasião, ela propôs que os empresários argentinos participem dos investimentos no Brasil na área de infraestrutura, que está sendo preparada para receber a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro. Ausências A reunião da Unasul foi realizada no dia 30 de novembro, dois dias após a reunião na Argentina. No dia seguinte, a ausência de Dilma também foi sentida na posse do presidente do México, Enrique Peña Nieto. 'O ex-presidente Lula tinha maior interesse pela América Latina, e especialmente pela América do Sul. A presidente Dilma é uma gerente que tem uma série de questões internas e não tem o mesmo interesse, de forma geral, pela política externa como tiveram Lula e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso'', reconheceu um assessor do governo brasileiro. Dilma recebe os colegas dos países do Mercosul nestas quinta e sexta-feira em Brasília e, na semana que vem, estará na França e na Rússia. Mas autoridades chilenas temem que ela suspenda a sua participação no encontro da Celac-UE (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos-União Européia), marcado para janeiro, em Santiago. ''A presença de Dilma é muito importante e aqui torcemos para que ela não suspenda a viagem em cima da hora'', disseram fontes chilenas em Santiago. A expectativa, de acordo com assessores do governo brasileiro, é que a presidente também compareça à nova posse do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, marcada para 10 de janeiro. Desde que assumiu a presidência, em janeiro de 2011, Dilma realizou 11 viagens aos países vizinhos, incluindo às reuniões do Mercosul e às posses de José 'Pepe' Mujica, no Uruguai, e da presidente reeleita Cristina Kirchner, na Argentina. Lembrança Representantes dos países vizinhos avaliam que o Brasil já não tem sido lembrado como antes, durante o governo Lula. Ele tinha um ritmo de viagens superior ao da atual presidente e costumava falar com freqüência com seus colegas da vizinhança, também por telefone. Na gestão de Lula, quando Argentina e Uruguai viveram um conflito político em torno da construção de uma fábrica de pasta de celulose, a imprensa argentina especulou que o Brasil poderia ser o ''mediador'' entre os dois vizinhos. Pouco depois, ainda durante o governo de Álvaro Uribe na Colômbia, autoridades brasileiras participaram das operações para a libertação de reféns das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), com
2/11/2012
Dicas para comer bem. Do chique ao barato aqui em Buenos Aires
Boa carne? 'El Mirasol' e 'Fervor', na Recoleta, e 'Chiquilín', no centro; Preços: caros em pesos e não tão caros quando calculados em reais. O 'Chiquilín' aceita reais, assim como o 'La Dorita', na Recoleta e em Palermo, e igualmente carne de primeira. Em San Telmo. o passar dos anos também não tem abalado a qualidade do 'Petanque'. Ali, prove o ceviche ou o salmão ou aceite a sugestão da casa. Algum 'pé sujo'? 'El Preferido de Palermo' - comida argentina e vinhos baratos, recomendados para os menos exigentes.
16/8/2012

Buenos Aires, com neblina e o Museu de Arte Decorativo ao fundo. Ali, a dica é o café Croque Madame
O café tem mesas ao ar livre. No verão, com fila de espera, em pé, ali mesmo, mas com vista para os parques da cidade. oque Madame
23/7/2012

Livraria preferida em Buenos Aires
A livraria El Ateneo Grand Splendid é a mais bonita de Buenos Aires. Foi construída em 1919 para ser cine-teatro. O palco é agora um café. E os antigos camarotes destino para os leitores. Tirei essa foto enquanto tomava um chá de menta, no café. A Grand Splendid é parada obrigatória na cidade. Não é linda?DBA).
6/7/2012

Mendoza tem cheiro de uva
Mendoza é o paraíso das adegas e das vinícolas. Por isso, tem cheiro de uva. As fincas estão a poucos quilômetros do centro da cidade e com os Andes como pano de fundo. São várias as rotas dos vinhos e as rotas dos espumantes. Nos restaurantes, os chefs costumam acabar os pratos com algum toque de vinho. Exquisitos (deliciosos). Recomendo os hotéis Sheraton, o Huentala (butique, ao lado do Sheraton) e o Premium Tower. Mas a oferta é ampla e quase sempre de boa qualidade. No restaurante do Tower, boa comida e vista panorâmica da cidade. Mendoza é o endereço das vinícolas, dos Andes, da estação de esqui Las Leñas, dos cassinos e do Aconcagua. Uma bela viagem. Mais detalhes no guia América do Sul, uma viagem para brasileiros (da editora DBA).
18/6/2012
Estudiantes paulistas, ahora empresarios (reportaje para revista IN, de LAN - en español)
Tuvieron la idea en los pasillos de la universidad en São Paulo y crearon una empresa que ayuda brasileños (principalmente de la Clase C) a aplicar su dinero. Escribí ese texto especial para la revista In, de la empresa aérea LAN, de Chile, y el texto está en el link aquí en la web.
11/6/2012
Una mirada a Brasil desde Buenos Aires. Claros y oscuros del país (en español)
Una mirada a Brasil desde Buenos Aires Cuatro periodistas invitadas por el presentador Jô Soares, de TV Globo, de Brasil, resumieron la semana pasada un Brasil que avanza y que todavía tiene mucho que avanzar. Jô presento los temas del encuentro: educación, salud, infraestructura, corrupción. Mostró fotos de rutas de Alemania del pos-Segunda Guerra Mundial (fotos de 1945 y 1950) y rutas que cruzan el Brasil de hoy. Las primeras en excelente estado, como observó, a pesar del periodo de destrucción. Las brasileñas retrato del riesgo de vida – doble mano, estrechas y con camiones y coches en el mismo camino. “Por qué Brasil no aprovecho la ola de inversiones para solucionar los problemas básicos del país?”, preguntó. En el programa se mostró un mapa de la educación en Brasil – el mismo que el ministro de Educación, Aloysio Mercadante, comentó, aquí la semana pasada, en entrevista con corresponsales brasileños en Buenos Aires. En el estado de Paraná, en el sur de Brasil, 4,9% de los niños con hasta ocho años no saben leer. En el estado de Maranhão, en el Nordeste, 34% de los niños en la misma edad no saben leer. El tema, se comentó, genera preocupación ya que la realidad ocurre en un país que hoy día sufre de la carencia de mano obra calificada. “Es necesario empezar del inicio, con la alfabetización”, observó la periodista Cristiana Lobo. Transparencia Ese año entró en vigencia la ley de información pública. La transparencia ya produjo revelaciones como el reportaje del diario Estado de São Paulo, comentado en el programa, en la cual se contó que un empleado del garaje de la Cámara de Vereadores (Legisladores) de São Paulo tiene salario de once mil reales (alrededor de US$ 5,5 mil). La revelación ocurre cuando profesores de las universidades federales y médicos están de paro. En muchos casos el sueldo arranca con quinientos reales, como se mostró hace pocos días en el noticiero Jornal Nacional, de la misma emisora. Al mismo tiempo, uno de los principales temas políticos de Brasil hoy es la Comisión Parlamentar Mixta de Investigación (CPMI) que involucra una empresa del sector de construcción, Delta, presente en varios estados, un ‘empresario’ de juegos ilegales y políticos. La CPMI es conocida como la “CPI do Cachoeira (apodo del empresario Carlos Augusto Ramos)”. Además está la expectativa por el inicio del juicio del Supremo Tribunal Federal (STF) acerca del caso conocido como ‘mensalão’. Hecho revelado en 2005, durante el gobierno del expresidente Lula. La duda es si la decisión del Supremo sale o no ese año – de elecciones municipales. Las periodistas invitadas al programa – llamadas de ‘Meninas do Jô’ – Cristina Serra, Lilian Witte Fibb, Ana Maria Tahan e Cristiana Lobo observaron que el tiempo pasa y Brasil sigue con sus problemas de infraestructura, pero, sin embargo, el país avanzo en transparencia – como mostró la ley de información publica y el hecho de la CPMI haber determinado, como observó Cristina Serra, la apertura de las cuentas de la constructora Delta, una de las principales de Brasil. O sea, claros y oscuros de Brasil acentuados.
10/6/2012
Dica: restaurante Rodi, Buenos Aires - comida argentina caseira e vinho de Mendoza exclusivo
Uma das dicas que destaco no capítulo Argentina, do guia-livro 'América do Sul, uma viagem para brasileiros', da editora DBA. Rodi fica na esquina das ruas Ayacucho e Vicente López, no bairro Recoleta. Preços; moderados. Em junho de 2012, comemos carne, peixe, saladas e uma taça de Malbec. Pagamos 200 pesos para duas pessoas.
by juliandondero@gmail.com