jornalista e escritora
MARCIA CARMO
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Artigo no Clarín em espanhol sobre o Brasil: “¿Usted sabe con quién está hablando?”: la brecha social se profundiza en un Brasil atravesado por la pandemia



https://www.clarin.com/mundo/-usted-sabe-hablando-brecha-social-profundiza-brasil-atravesado-pandemia_0_k3RbcFG48.html
2/1/2021

'O aborto sempre existiu na Argentina. Agora saiu do armário', diz ativista de 91 anos (BBC News Brasil, 29/12/2020)



Link da matéria aqui: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55473917
29/12/2020

Vacina contra covid-19: a corrida de países latino-americanos por imunizantes enquanto pandemia avança (BBC News Brasil, 21/12/2020)



21/12/2020

El racismo, una herida abierta en Brasil (Texto no Clarín em espanhol)



https://www.clarin.com/mundo/racismo-herida-abierta-brasil_0_9M3Z5Eart.html
6/12/2020

Bolsonaro ficará 'isolado em autoritarismo' sem 'companheiro Trump', diz ex-chanceler do México (BBC News Brasil, 2/12/2020)

Marcia Carmo De Buenos Aires para a BBC News Brasil

O ex-ministro das Relações Exteriores do México (2000-2003), Jorge Castañeda, acredita que o Brasil ficará muito isolado, em termos de mudança climática, na era do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Segundo ele, o isolamento brasileiro envolve ainda a "falta de responsabilidade" durante a pandemia do novo coronavírus e atitudes em relação aos direitos individuais. "Muito isolado em seu autoritarismo, em sua postura contraria a tudo sobre os direitos de gênero, de outras minorias, de LGBT e etc. O Brasil está indo, claramente, contra a corrente. Bolsonaro achava que com sua aliança com Trump tinha um companheiro. Tinha. Já não tem mais", disse em entrevista à BBC News Brasil. Professor da Universidade de Nova York, autor de uma biografia sobre o ex-guerrilheiro argentino-cubano Ernesto 'Che' Guevara, Castañeda disse ainda que as esquerdas na América Latina têm o desafio de se modernizar e que para Biden "não será fácil" tentar retomar iniciativas do governo do ex-presidente Barak Obama. Nesta entrevista, ele falou ainda sobre as semelhanças entre Bolsonaro e o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador (AMLO), que, apesar de opostos ideologicamente, são, na sua visão, muito parecidos. "Os dois odeiam os meios de comunicação, os dois são populistas, são autoritários e nepotistas", disse. E ligados a Trump, acrescentou. (link: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-55153136)
2/12/2020

Morre Diego Maradona: como o craque personificou o lado dramático dos argentinos (BBC News Brasil, 26/11/2020)



26/11/2020

Exclusiva: Relação 'madura' e 'sem tuítes' do Brasil com EUA é importante para toda região, diz ex-presidente do Uruguai (BBC News Brasil, 17/11/2020)

O ex-presidente do Uruguai, Julio María Sanguinetti, acredita que a eleição do democrata Joe Biden para a Casa Branca deveria resultar em uma "relação madura" do governo do presidente Jair Bolsonaro com os Estados Unidos e com os países vizinhos, na América Latina, deixando de lado a política externa através das redes sociais e do personalismo.

17/11/2020

Três presidentes em uma semana: como o Peru foi da estabilidade econômica ao caos político (BBC News Brasil, 16/11/2020)

Na última semana, os peruanos tiveram dois presidentes da República e amanheceram na segunda-feira (16/11) com a cadeira presidencial vazia. O país, que até o ano passado vinha sendo apontado como exemplo na área econômica, refratário às frequentes turbulências políticas, enfrenta agora uma combinação de várias crises - política, econômica e social.

Link em 'reportajes' aqui no próprio site.
16/11/2020

Exclusiva: Eleições nos EUA: se Biden vencer, relação com Brasil será mais 'normalizada' e menos de 'compadres', diz ex-chefe do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca (BBC News Brasil, 17/11/2020)

Estas são avaliações do professor Arturo Valenzuela, da universidade de Georgetown, nos EUA. Valenzuela colaborou com a campanha de Joe Biden e foi subsecretário responsável pelas relações com a América Latina no primeiro governo de Barack Obama. Também foi chefe do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca no segundo mandato de Bill Clinton.

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54830896
5/11/2020

Violencia en Brasil: “Las milicias parapoliciales de Rio de Janeiro son una herencia de la dictadura” (Clarin, espanhol).

Lo dice a Clarín el ex secretario nacional de Seguridad Pública y autor de varios libros, Luiz Eduardo Soares. Y señala que ahora actúan en las favelas con la misma impunidad der aquellos años.

https://www.clarin.com/mundo/violencia-brasil-milicias-parapoliciales-rio-janeiro-herencia-dictadura_0_KfoF8Qpwm.html
27/10/2020

Como partido de Evo Morales renasceu nas urnas após ter caído em desgraça na Bolívia (BBC News Brasil, 23/10/2020)

A eleição do ex-ministro da Economia, Luis Arce, para a Presidência da Bolívia, no domingo (18/10), não teria ocorrido se o pleito tivesse sido realizado na data original da eleição, em 3 de maio, apontavam as pesquisas de opinião do período.

23/10/2020

"ArgenChina": por qué China desplazó a Brasil como el mayor socio comercial de Argentina (BBC, em espanhol)



https://www.bbc.com/mundo/noticias-america-latina-53920060
28/8/2020

'ArgenChina': por que a China desbancou Brasil como maior parceiro comercial da Argentina (BBCBrasil, 25/8/2020)

Pela primeira vez na história, a China desbancou o Brasil como o maior parceiro comercial da Argentina. O fato inédito ocorreu, quase desapercebido, em setembro e outubro de 2019, quando o país vizinho exportou US$ 74 milhões a mais para o país asiático do que para o mercado brasileiro. Em outubro, a diferença a favor da China foi menor, US$ 37 milhões.

Reportagem completa aqui nesse portal, em 'reportajes'.
25/8/2020

O santuário natural onde o mico-leão-dourado 'ressurgiu das cinzas' e agora ganha um 'viaduto verde' (BBCBrasil, 23/8/2020)

https://www.bbc.com/portuguese/geral-53815054

23/8/2020

Exclusiva: “Com Bolsonaro, Brasil perdeu sua independência em política externa e passou a ser submisso de Trump”, diz Amorim

Entrevista para o Clarín em Português com o ex-chanceler Celso Amorim. O link da entrevista está aqui em 'reportajes' neste portal.

8/7/2020

Exclusiva: 'Uma loucura', diz ex-presidente colombiano e Nobel da Paz sobre ações de Bolsonaro na pandemia (BBC)

O link da entrevista está aqui em 'reportajes' neste site.

4/7/2020

Bolsonaro vs Fernández: cómo la pandemia de coronavirus agravó la brecha entre los presidentes de Brasil y Argentina, las dos principales economías de América del Sur (BBC News Mundo)

Texto para BBC News Brasil publicado na BBC News Mundo (redação espanhol da BBC).

2/7/2020

Omissão de dados da pandemia subestima inteligência da população, diz presidente da Transparência Internacional (BBC News Brasil, exclusiva, 13/6/2020)



Link em reportagens aqui nesse portal.
13/6/2020

Exclusiva: Coronavírus: 'Países vão ter que se endividar para salvar o emprego e a vida das pessoas', diz presidente do BID (BBC News Brasil, 7/5/2020)

2020-05-07

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52567527
7/5/2020

Não se pode fazer política ignorando a Ciência, diz ex-presidente do Chile (Exclusiva na BBC News Brasil)



https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52450725
28/4/2020

Exclusiva: Coronavírus: crise causada pela pandemia levará 30 milhões de latino-americanos à pobreza, afirma Cepal (BBC News Brasil, 22/4/2020)



https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52378936
22/4/2020

Como a Argentina e outros países da América do Sul combatem o novo coronavírus (entrevista a Regina Zappa, 23/3/2020)

Link em 'vídeos' aqui no portal.

23/3/2020

Reportagem especial na revista Exame, do Brasil (13/2/2020)

2020-02-13

Governo novo, dívida velha Argentina busca maneiras de renegociar o pagamento de títulos e empréstimos que estão perto de vencer. Será o 1º grande teste de Fernández Por Marcia Carmo, de Buenos Aires access_time 13 fev 2020, 10h19 - Publicado em 13 fev 2020, 05h30 more_horiz Casa Rosada, em Buenos Aires Casa Rosada, em Buenos Aires: o governo de Alberto Fernández luta para evitar um novo calote da dívida, algo que já aconteceu oito vezes na história do país (Agustin Marcarian/Reuters) Dois meses depois de ter assumido a presidência argentina, Alberto Fernández corre contra o relógio para resolver o enrosco da dívida do país. Fernández sabe que a prioridade é chegar a um entendimento com os detentores de um emaranhado de títulos argentinos, enquanto tenta convencer o Fundo Monetário Internacional (FMI) a ampliar o prazo para o pagamento do empréstimo assinado pelo ex-presidente Mauricio Macri em 2018. A tarefa é muy complicada. Para o governo Fernández, a dívida é uma bomba que deve ser desativada para abrir caminho para a Argentina voltar ao rumo do crescimento sustentável. Os últimos dois anos foram de recessão no país, e a expectativa é de uma nova retração do produto interno bruto em 2020. “Resolver o problema da dívida é uma questão necessária para que possamos voltar a crescer”, escreveu o presidente argentino em sua conta no Twitter recentemente. Fernández também tem repetido que a atual situação da dívida é “insustentável” e “impossível de ser paga nos termos atuais”. Em síntese, a mensagem é: “Devo, não nego, mas é impossível cumprir as obrigações de pagamentos”. A Argentina tem uma dívida total de 323 bilhões de dólares, que inclui tanto os títulos emitidos no mercado financeiro quanto os 44 bilhões de dólares que recebeu da linha de crédito de 57 bilhões do FMI. As reservas do Banco Central são de cerca de 45 bilhões de dólares. Outro país na mesma situação até poderia renegociar ou reestruturar sua dívida sem dramas. Mas o histórico de calote da Argentina joga contra. O país entrou em default oito vezes desde sua independência em 1816 — quatro delas ocorreram nos últimos 40 anos. “Nenhum país paga sua dívida total. Os países têm acesso ao mercado de créditos, refinanciam o capital e pagam as taxas de juro. Mas a Argentina tem um problema de crédito que não está associado a seus níveis de endividamento, e sim à sua credibilidade”, diz Marina Dal Poggetto, diretora executiva da consultoria econômica Estudio EcoGo em entrevista em seu escritório em Buenos Aires. Um reflexo dessa desconfiança é o risco-país da Argentina, que oscila entre 1.890 e 2.000 pontos básicos, bem acima do nível do Brasil, de 100 pontos. Uma dificuldade, portanto, é convencer os credores da dívida a renegociar os pagamentos. Se nenhum acordo for alcançado, a Argentina terá de pagar um total de 67,5 bilhões de dólares de suas dívidas em pesos e em dólares somente neste ano, valor que supera as reservas internacionais, de acordo com o economista Santiago Taboada, da consultoria OJF e Associados. Num retrato das asperezas que o país enfrenta, no início de fevereiro somente 10% dos credores aceitaram substituir seus títulos por uma nova emissão de papéis com vencimento em agosto de 2021. Foi a primeira tentativa no ano do governo de renegociar o pagamento de parte da dívida. “O governo se precipitou ao fazer o anúncio sem antes consultar os fundos estrangeiros envolvidos nessa reestruturação”, diz o economista Gustavo Neffa, diretor da consultoria -Research for Traders y FinGuru, de Buenos Aires. FERNÁNDEZ, O EQUILIBRISTA A estratégia do novo governo argentino tem sido conquistar a confiança internacional e um novo entendimento com o FMI, ao mesmo tempo que acena para a política interna. Por isso, o presidente Alberto Fernández enviou ao Congresso um projeto de lei para que tenha aval para reestruturar a dívida e para que possa contratar um agente financeiro — um banco, por exemplo — para a empreitada. Na tentativa de conseguir apoio dos líderes europeus junto ao Fundo Monetário Internacional, Fernández realizou um giro pela Europa em fevereiro, quando recebeu respaldo da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, do primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, do presidente da França, Emmanuel Macron, e de seu conterrâneo, o papa Francisco. Com fama de equilibrista, Fernández tem tentado se reunir com a direita e com a esquerda, dentro e fora do país. Antes da passagem pela Europa, esteve com Benjamin Netanyahu, em Israel, em sua primeira viagem internacional como presidente. Se depender dele, segundo os assessores, vai se reunir com Jair Bolsonaro “assim que o encontro for marcado”. Na Europa, Fernández diz ter conseguido construir apoios. Alberto Fernández e Emmanuel Macron: o presidente argentino fez um giro pela Europa em busca de apoio para uma renegociação com o FMI | Stephane de Sakutin/AFP Candidato à Presidência no ano passado, o ex-ministro
13/2/2020

Uruguai prepara programa para atrair moradores estrangeiros (BBC News Brasil, 19/1/2020).



https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51143614#
20/1/2020

Uma longa conversa com o criador do Mercado Livre para página À Mesa, do jornal Valor, do Brasil. 'Argentinos e brasileiros são parecidos', diz Galperín

2019-11-29

29/11/2019

Para congressistas, protestos podem sacudir todo sistema político chileno (BBC News Brasil, 26/10/2019)



26/10/2019

Contraditório e 'bígamo', peronismo chega aos 75 anos ainda decisivo na Argentina (BBC News Brasil, 21/9/2019)



21/9/2019

Os sete erros de Mauricio Macri (BBC News Brasil, 13/8/2019)

O link do texto está aqui no site, em 'reportajes'.

13/8/2019

Exclusiva com Eduardo Costantini, criador do museu Malba, para a página À Mesa, do jornal Valor, do Brasil: "Não vendo 'Abaporu' nem por muitos e muitos milhões de dólares", diz Costantini.



9/8/2019

Como o Chile reuniu a maior comunidade palestina fora do Oriente Médio (BBC News Brasil, 27/5/2019)

A partir do final do século 19, quando imigrantes árabes como libaneses e sírios começaram a migrar para países da América do Sul, como Brasil, Argentina, Peru e Bolívia, os palestinos tomaram um caminho diferente: o Chile. Hoje, no Chile, políticos de diferentes linhas ideológicas, grandes empresários, entre outros, possuem raízes palestinas. O país conta até com o Clube Esportivo Palestino (de futebol).

A reportagem completa está em 'Reportajes' aqui neste portal.
27/5/2019

by juliandondero@gmail.com